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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Estudo comprova que homens ficam mais sensíveis com o choro de uma mulher

Está comprovado cientificamente que quando uma mulher chora, o homem fica menos agressivo e com menos apetite sexual. Pode até ser golpe baixo, mas é fato que o homem se preocupa em saber o que está acontecendo quando vê uma lágrima rolar e são capazes de fazer qualquer coisa para nos fazer parar de chorar. Eles não poderiam ser sempre assim?

Segundo o estudo, as lágrimas femininas liberam substâncias que abaixam na hora o nível de testosterona do homem que estiver por perto, deixando o sujeito menos agressivo.
Ver uma mulher se acabando de chorar mexe tanto com qualquer marmanjão que ele até deixa de lado sua vontade de fazer sexo com ela para, primeiro, saber o que está acontecendo. 

E eles não ficam sensíveis por causa da cara de choro e sofrimento não. Os cientistas comprovaram que existe uma molécula na lágrima liberada durante o choro, mas ainda não sabem qual é essa fofinha.

Os cientistas fizeram um grupo de mulheres assistirem o filme "O Campeão" (1979) e coletaram suas lágrimas, umedeceram pedaços de papel utilizados para amostra de perfume e pediram que dezenas de homens que estavam em outra sala cheirassem os papeis umedecidos com as lágrimas.

Resultado: O contato com as lágrimas fez a concentração da testosterona deles cair quase 15%, em certo sentido deixando os homens menos machões.Ficaram tão sensíveis que, quando colocados para assistir à grande obra da história da cinematografia "Nove e Meia Semanas de Amor", filme erótico de 1986, relataram estar bem menos excitados do que os homens de um grupo que não tinha sido exposto às lágrimas.


Os autores do trabalho, liderados por Noam Sobel, do Instituto Weizmann de Ciência, em Israel, publicaram o trabalho na última edição da revista "Science".

Sobel ressalta que faz sentido imaginar que o choro influencie os homens com frequência: "Quando abraçamos alguém amado, colocamos nosso nariz perto do rosto com lágrimas". O efeito acaba alguns minutos após o fim da exposição às lágrimas. Ele lembra que há perguntas em aberto. Qual, afinal, a molécula presente nas lágrimas? Se fosse isolada, que tipo de produto poderia ser criado? Além disso, o choro masculino comunica algo?

"Nós especulamos que sim, e talvez o choro infantil também." Sobel diz que há, porém, uma dificuldade para fazer estudos assim: é mais difícil fazer homem chorar. "Se precisássemos de lágrimas masculinas neste estudo, gastaríamos vários anos a mais para terminá-lo", diz.


Fontes: Folha Online
http://www.acordacidade.com.br/noticias/70423/choro-de-mulher-torna-homem-menos-agressivo-e-com-menor-apetite-sexual-diz-pesquisa-.html

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Postura correta faz bem para o homem, mas nem tanto para a mulher


Thiago Perin
Bem melhor assim
Bem melhor assim
Mulheres, nada de endireitar a coluna! Sentar com as costas retinhas pode melhorar o humor e até o raciocínio, como mostra um estudo feito por pesquisadores da Universidade do Colorado (EUA), mas só entre os homens.
Depois de fazer um teste de QI (falso), 60 voluntários foram instruídos a passar três minutos sentados ou em postura correta ou levemente curvados. Nesse tempo, receberam feedback (falso) dizendo que tinham ficado entre os que se deram melhor no teste. Passados os três minutos, todos voltaram às suas posturas naturais, preencheram um questionário de humor e resolveram exercícios de matemática.
Entre os homens, os que foram instruídos a sentar corretamente se saíram melhor nos exercícios matemáticos, estavam mais bem humorados e mais felizes com o resultado no outro teste, o falso de QI, do que os que tiveram que passar os três minutos curvados.
Até aí, tudo dentro da lógica a que estamos acostumados.
Mas entre as mulheres a história foi outra. Foram justamente as que ficaram um pouquinho curvadas, e não as com pose de miss, as que acabaram mais satisfeitas com a performance no teste de QI, mais alegres e mais bem-sucedidas nos desafios de matemática.
Por que essa diferença? Os pesquisadores especulam que, como ao longo de toda a História as mulheres foram postas abaixo dos homens na “escala social”, a postura curvada talvez pareça mais natural para elas, por ser associada a um status mais baixo, e as deixe mais confortáveis. Também, o estudo lembra que manter a coluna ereta exige que a mulher “empurre” o peito para a frente e dê mais destaque aos seios – o que pode fazê-las se sentir inibidas e inseguras.


(Antes que a comunidade médica venha brigar com a gente, vale dizer: brincamos, mas o CIÊNCIA MALUCA não está incentivando as moças a andarem curvadas. Tá?)
fonte: http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/postura-correta-faz-bem-para-o-homem-mas-nem-tanto-para-a-mulher/

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Mulher E Trabalho Fora De Casa: Mãe, Esposa E Executiva



Mulher E Trabalho Fora De Casa: Mãe, Esposa E Executiva



Mulher E Trabalho Fora De Casa: Mãe, Esposa E Executiva


Por: Janire Mello


Por muito tempo as mulheres viveram à sombra dos homens, dependiam deles para tudo e eram muitas vezes subestimadas e consideradas como “seres inferiores”. Os tempos mudaram e começou uma luta entre homens e mulheres para provar que ambos são capazes de realizar as mesmas tarefas, com a mesma competência e que são iguais não só perante a lei, mas perante a sociedade e, inclusive, no meio familiar. De alguns anos para cá elas estão mais presentes em ambientes onde o domínio masculino imperava. Aos poucos, estão quebrando as barreiras do preconceito e ocupando espaços que antes eram exclusivos para homens. Agora eles estão tendo que aprender a conviver com as mulheres em todas as áreas da vida, seja em casa, no trabalho e até mesmo na faculdade. Cresce o número de mulheres independentes que não querem viver dependendo do salário de seus maridos e ingressam no mercado de trabalho cada vez mais cedo.

Nas décadas de 40, 50 e início dos anos 60 havia muitas revistas destinadas ao público feminino para as quais eram dirigidos conselhos de como manter o casamento e ser uma mulher perfeita aos olhos da sociedade e principalmente do marido e condenavam o trabalho fora de casa. Como mostra este trecho da publicação da Revista Querida no ano de 1955 “O lugar da mulher é no lar, o trabalho fora de casa masculiniza”, naquela época, a realização da mulher dependia basicamente de um casamento bem-sucedido. Atualmente elas se preocupam mais com sua realização pessoal, profissional, intelectual, afetiva e sexual. O casamento não é mais prioridade em sua vida, embora seja o sonho de muitas constituírem uma família e ter um lar. Hoje, a mulher ganhou grande projeção dentro do ambiente familiar e já é considerada até mais importante que o pai. Ela participa mais na renda da casa, sendo muitas vezes a responsável pela manutenção da mesma, conquistou espaço no mercado de trabalho sem deixar se “masculinizar”, mas ainda não conseguiu se desvencilhar do trabalho doméstico tendo que conciliá-lo com o emprego. O pai perdeu espaço e autoridade na família, mesmo assim, a mulher continua a ser a única responsável pelo serviço doméstico. Não é fácil trabalhar fora, principalmente quando o homem ganha o suficiente, as pessoas ainda condenam esta atitude.

Cuidar da casa, dos filhos e ainda trabalhar fora transforma a mulher numa espécie de heroína. Mas nem sempre a tarefa é fácil e essas “heroínas” enfrentam muitas dificuldades. Ganhar seu próprio dinheiro, ser independente e ainda ter sua competência reconhecida é motivo de orgulho para todas. Mas partir para o mercado de trabalho também significa passar menos tempo ao lado dos filhos, principalmente se forem pequenos, e cuidar de sua educação transferindo esta responsabilidade para as escolas ou matriculando a criança em diversos cursos e atividades que ocupem todo o seu tempo. Todos perdem um pouco com isso, mas não há nada que uma dose extra de dedicação e organização não resolva. Não é preciso deixar de lado o trabalho ou os filhos dá para conciliar os dois com o “jeitinho” que só a mulher tem, e sem remorsos.


Origem: Publique Artigos no site Artigonal.com


Perfil do Autor:

Graduanda em Administração de Empresas, Possui experiência atuando principalmente nas seguintes áreas: administração, comércio exterior e gestão de pessoas.


FEITOSA, Fernanda Nunes. Penetras no "Clube do Bolinha": a carreira política das mulheres na Câmara dos Deputados. In: Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República. (Org.). 3º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero: redações e artigos científicos premiados. Brasília: 2008, p. 117-133.
CATHO, Carreira e Sucesso - Especial: Super-Mulher: Mãe, Esposa e Executiva -162ª edição - 06 de janeiro de 2003. Disponível na internet em: http://www.catho.com.br/jcs/inputer_view.phtml?id=5202
AMARAL, Emilia [Et al]. Novas Palavras: Português, volume único – 2ª edição – São Paulo: FTD, 2003.